Não conheço arma mais perigosa que as palavras. Palavras mal ditas podem ferir mais do que uma arma um ser humano. Elas tem o poder de destruir, reconstruir, concretizar, arruinar, construir amores, e arrumar os piores inimigos. Por isso, devemos medir milímetro por milímetro cada palavra dita. Jamais abra a boca e destile algo sem pensar, lembre-se que você pode mudar completamente o ruma da pessoa atingida pelo mesmo. Ou melhor, não fale de coisas que não devem ser ditas, não falei sobre o dom das pessoas, não destrua o seus sonhos, se não acha que a pessoa é qualificada para algo, tente de maneira educada fazer com que a mesma enxergue isso, não acabe com os objetivos de ninguém, porém lembre-se, todos nós somos capazes de qualquer coisa, de realizar qualquer coisa. Guarde as palavras mais cruéis para sí mesmo! Quando for falar algo ruim de alguém, criticar e etc, veja se você não merece essa crítica primeiro. Assim, como há palavras de destruição, há também aquelas que amenizam a dor, criam esperança e fazem com que as coisas sejam mais bonitas, essas sim, use e abuse, sem esquecer é claro de repeti-las para sí mesmo. Você pode tudo, você é tudo!!!
PALAVRAS MALDITAS!
A magia das palavras, às vezes se perde
Não formas expressas
Nos dizeres ininteligíveis
E nos machucamos
E ferimos a quem amamos
Malditas palavras impróprias!
Escapam de forma sutil
E ao mesmo tempo, explicitas
Fere a alma
Machuca os corações
E choramos lágrimas amargas
Por tudo que se perde
Em meio às palavras incompreendidas...
Palavras malditas!
Às vezes reprimidas
Pela decepção...
E o pranto se faz calado... Solitário...
E caminhamos lado a lado
Num caminhar só,
Em meio ao caos das expressões...
Mas seria mesmo um caminhar só!?
Não!!!
Caminho só para refletir
Para buscar dentro de mim
As formas certas de o meu expressar
Para afugentar os fantasmas da dor
Para não sofrer mais ainda,
Ao tentar dizer o pesar que me consome...
E minha voz se cala
As palavras murcham
Meus dedos enrijecem
E a dor... Esta! Interioriza-se...
Refúgios... Das palavras em silencio...
ALBERT ARAUJO
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